Psicoterapia Individual Adulto

Atualmente o aumentando da ansiedade, depressão, doenças psicossomáticas manifesta a presença de sofrimentos psíquicos e transtornos emocionais. Estes sintomas revelam que algo não vai bem, algo que diz respeito à forma como você se relaciona consigo mesmo e com o outro. Por isso é preciso um processo psicoterápico para analisar as condições subjetivas que estão em jogo para que possa lidar com as dificuldades da existência. Possibilita que você possa assumir uma nova postura em relação àquilo que, em você mesmo, é a causa do seu sofrer.

Psicoterapia Infantil

Algumas crianças apresentam medos, angústias, dificuldades escolares, de relacionamento social e mesmo de desenvolvimento. Essas podem se relacionar tanto às características da própria criança, como a presença de algum transtorno do desenvolvimento ou psíquico, quanto com suas trocas ambientais e como as vivencia.

Há uma série de vivências na relação com os pais, cuidadores e pessoas afetivamente importantes que podem afetar seu desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e psíquico. Assim, quanto mais cedo iniciar um processo psicoterápico maiores as chances de retomar seu desenvolvimento.

Psicoterapia Adolescente

Na adolescência uma parte importante do cérebro começa a amadurecer: o córtex pré-frontal. Esta região é responsável pela abstração, raciocínio, planejamento e execução de tarefas, análise crítica das situações e principalmente compreensão das possíveis consequências de seus atos. Além disso, assumem novos papeis e lugares na sociedade, o que exige um intenso esforço emocional. Nesse turbilhão de vivências e alterações cognitivas, físicas, emocionais, relacionais… seu adolescente pode ora ter um comportamento mais maduro, ora mais infantil. Por isso uma análise psicológica pode indicar quais as estratégias mais eficazes para ele lidar com todas essas questões.

Orientação Parental

Aliado à psicoterapia da criança e adolescente, ofereço também orientação parental – que é fundamental para ajudar vocês papais a compreenderem os picos de desenvolvimento, o que é esperado, o que é incomum e o que necessita de cuidados da infância à adolescência. E mais ainda visa produzir uma aproximação emocional com seu filho, que permitirá que saiba como ouvir para seu filho poder falar!

Psicoterapia de Casal

O casal pode não ter filhos, ter apenas um, ter mais de um, ter filhos pequenos ou adolescentes… e cada configuração dessa exige vocês de formas diferentes, o que afeta diretamente o relacionamento do casal.

Desde o início do relacionamento cada um dos dois assume determinada posição em relação ao outro, que muitas vezes, acredita-se ser essencial para a manutenção e permanência na relação.

O desenvolvimento humano é natural e saudável, mas pressupõe o crescimento, e, portanto, a mudança!  As pessoas não são as mesmas ao longo do tempo, o que impacta na própria convivência familiar.  E ainda, muitas vezes, o que muda é a nossa percepção em relação ao outro.  Assim, há um descompasso entre o desenvolvimento natural do ciclo vital das pessoas e o estabelecimento de uma posição rígida em relação ao outro. Isso porque o desenvolvimento prevê mudanças e crises, então algum desequilíbrio faz parte do contexto de mudança saudável.

Na psicoterapia de casal trabalha-se com essa diversidade, que vai do individual para o conjugal, buscando possibilidades para que cada um possa encontrar uma organização mais dinâmica e mais saudável junto ao seu parceiro. Além de discutir os papeis sociais de pai e mãe, pai e pai, mãe e mãe que afetam os papeis do casal conjugal.

 

 

 

Supervisão Clínica

A teoria psicanalítica necessariamente implica na sua prática: se submeter a um processo de análise e oferecer atendimento analítico. E aí se coloca uma importante questão: como transmitir um saber sobre o fazer clínico?

Na supervisão em psicanálise não se pode prevenir as condutas, mas escutar o relato e trabalhar sobre os efeitos produzidos numa situação da qual o supervisor está ausente em seu acontecimento. Não há como modificar uma intervenção já feita e que adquiriu a força de um ato analítico. Tudo o que pode fazer é reconhecer esse ato e dar condições ao aprendiz de sustentá-lo, produzindo uma elaboração de saber sobre seus efeitos (LACAN, 1998).

Como destaca Figueiredo (2000), o supervisor trabalha a partir do relato do relato, procurando encontrar na fala que um sujeito lhe dirige, os sintomas, traços a serem reconstituídos da fala de um terceiro, que já porta um saber não sabido, sobre o qual deve fazer aparecer algum saber. Isso quer dizer que na supervisão as posições se invertem: quem escutou e respondeu ao sujeito que fala, agora é quem demanda saber sobre o que fazer disso. E assim expõe algo de seu próprio sintoma, não como analisando, mas como aprendiz. Endereça uma questão sua sobre a questão que lhe é endereçada.

O trabalho de supervisão está precisamente nessa interseção entre teoria e clínica. É o ensino da clínica que remete à teoria (saber referencial) e à análise do futuro analista (saber singular). Na formação do psicanalista este é um dos pré-requisitos essenciais.

 

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